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Entenda porque os cabelos caem durante a quimioterapia

Receber o diagnóstico de câncer não é fácil e com ele surgem inseguranças e dúvidas. Além de lidar com a doença, os pacientes também enfrentam os efeitos colaterais do tratamento, entre eles a queda de cabelo, geralmente decorrente da quimioterapia. “É um dos efeitos mais temidos. A queda do cabelo remete ao paciente a realidade de que ele é um paciente com câncer”, conta o médico oncologista do Hospital do Câncer em Uberlândia, Rogério Araújo.

Depois das náuseas e vômitos, a queda de cabelo é um dos principais efeitos colaterais da quimioterapia. Isso ocorre porque ela atua tanto nas células cancerígenas quanto nas saudáveis, e atinge principalmente as células que se multiplicam com mais rapidez, como os folículos pilosos, responsáveis pela produção dos cabelos. Além da perda dos cabelos, a quimioterapia também faz com que os pelos do corpo também caiam. “A quimioterapia é um tratamento sistêmico, pois o remédio é injetado na veia e liberado na corrente sanguínea, ou seja, ele percorre o corpo todo, ocasionado a queda”, diz o médico Rogério Araújo.

A queda dos cabelos não é imediata e começa a acontecer com 14 a 21 dias depois da primeira sessão de quimioterapia. Eles voltam a nascer cerca de 90 dias após o fim do tratamento, em alguns casos, um pouco mais crespos. A utilização de xampus e loções especiais não evita que os cabelos caiam. Apesar de preocupar mais as mulheres, a perda dos cabelos ocorre da mesma forma para os homens e a idade também não influencia na queda.

Famosos que enfrentaram o câncer, como Patrícia Pillar, Reynaldo Gianecchini e Ana Maria Braga não esconderam a queda de cabelo durante o tratamento. Fotos: Divulgação

É importante lembrar que nem toda a quimioterapia faz com que ocorra a queda de cabelo. Essa diferença acontece, pois há um grupo de compostos químicos que provoca esse tipo de efeito colateral. Segundo o oncologista Rogério Araújo, os tipos de câncer mais comuns e que exigem um tratamento mais forte, como o câncer de mama, leucemias e linfomas são combatidos com remédios que ocasionam a queda. A dose a ser aplicada em cada paciente também influencia na queda ou não do cabelo.

Para o médico Rogério Araújo, a aceitação é o principal ponto a ser trabalhado pelo paciente sobre a perda do cabelo. “Os pacientes precisam entender que o tratamento tem início, meio e fim e que a queda de cabelo é temporária. É preciso paciência durante o processo”. O médico complementa que com o nascimento dos cabelos, os cuidados e hábitos de higienização também não precisam ser especiais.

RADIOTERAPIA

A radioterapia, tipo de tratamento bastante comum para combater o câncer, também pode ocasionar a perda de cabelo, mas a queda é localizada. Isso ocorre porque o tipo de tratamento feito na radioterapia é diferente. A forma de combate é feita por meio da exposição da área doente a raios de alta energia. Isso quer dizer que somente a área próxima ao tumor, que terá contato com a radiação, sofrerá a queda. Como na quimioterapia, os cabelos voltam a nascer com o fim do tratamento.

Fonte: Hospital do Câncer

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